domingo, 25 de maio de 2014

Policiais militares e bombeiros acampam na governadoria

Os policiais militares e bombeiros definiram por fazerem, a partir de hoje, um novo acampamento em frente a Governadoria, no Centro Administrativo. E para próxima terça-feira está anunciada uma paralisação.

A principal reivindicação da categoria é o reajuste de 56,7% e o pagamento da diária operacional, correspondente a hora trabalhada. Além disso, a categoria também quer que o trabalho em diárias extras seja voluntário e não compulsório.

As definições ocorreram na manhã desse sábado durante mais uma assembleia. Rodrigo Marimbondo, soldado do Corpo de Bombeiros e integrante da Associação dos Praças e Bombeiros, relatou, durante a assembleia, que a Lei de Promoção dos Praças foi enviada pelo Governo para Assembleia Legislativa diferente do que havia sido acordado pela categoria. “O governo mutilou a proposta, mas a que foi aprovada pelos deputados teve emendas atendendo a categoria”, disse o dirigente da associação. Ele ponderou que o secretário estadual de Segurança e Defesa Social, Eliezer Girão, demonstra disposição em discutir com a categoria, mas o problema ocorre com a área econômica do Governo.

Na útlima rodada de negociação, na sexta-feira, o secretário de Segurança ofereceu o novo valor da diária de R$ 80 para praças e R$ 100 para oficiais. Mas o pedido da categoria é que as diárias sejam voluntárias. “Queremos que as diárias sejam voluntárias, os policiais se inscrevem até o dia 10 de cada mês se colocando para diárias extras e o governo paga até o dia 10 do mês seguinte”, explicou Rodrigo Maribondo. Mas a proposta do Governo é de pagar as diárias no contracheque, sem definir o período que isso ocorrerá.

O sargento Eliabe Marques lembrou que a Lei do Praça foi aprovada apenas dois anos depois de iniciada a discussão e só será implantada a partir de abril de 2015.

Os policiais militares e bombeiros também demonstraram preocupação com a aprovação do reajuste até o dia 5 de junho, data limite pela legislação eleitoral para implantação de reajustes a categorias.

Fonte: www.tribunanorte.com.br

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